Viejo Carta
Esse post não veio anunciar novidades. Veio anunciar que estamos trazendo de volta alguns elementos que sempre fizeram parte da história do Carta, mas não vinham mais sendo utilizados desde novembro do ano passado.
De lá para cá, introduzimos textos diários – exceto durante a Copa. Foi bom enquanto durou, sem dúvida, e falo a vocês de peito aberto. Mas eu sinto falta de dar pitacos sobre tudo o que vejo, o que nem sempre era possível neste formato. Eu sinto falta de brincar de professor e dar notas a jogadores, minha diversão preferida nestes três anos de blog. E de tantas outras coisas.
A grande vantagem de fazer jornalismo independente é justamente poder mudar o formato das coisas quando queremos e bem entendemos. Foi o que fiz ano passado, é o que farei agora. Nada do que implantamos de lá para cá será revogado: manteremos as colunas que abrimos semana passada, e me orgulho muito do leque de colaboradores que consegui formar de 2009 para cá.
Muda, muito mais para mim do que para vocês, apenas o modo como eu encaro este blog. Muda, não: volta a um passado não tão distante, mas que sinto saudades. Voltaremos ao modo como conquistamos leitores: com observação constante de partidas e campeonatos. Algo que, pelo ano difícil que tive pessoalmente, não pude exercer tanto em 2010, mas que decidi voltar a fazer, pelo bem do Carta e como terapia pessoal mesmo. O jornalismo esportivo é um vício. Voltarei a cultivá-lo com ainda mais vigor, como antes, e precisava compartilhar isso com vocês, nossos leitores, razão de ser deste espaço.
Um brinde ao Newell’s Old Carta!
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