À história!
Hoje é um dia histórico para o futebol gaúcho, especialmente para o Grêmio. Não vamos nos alongar aqui com os adjetivos que sempre são atribuídos à Arena. Todos são absolutamente verdadeiros e nenhum é exagerado. É mesmo algo colossal - ok, soltei um adjetivo. Mas foi o único. Estender-se nos elogios à Arena é chover no molhado.
Algumas outras constatações é que são de extrema importância. Uma delas é a de que a Arena ainda está bem incompleta. Não o estádio em si, que foi entregue pela OAS ao Grêmio dentro do prazo. Mas o conceito de Arena abarca aspectos como conforto, acessibilidade e consumo. Nada disso existe ainda. As obras no entorno do empreendimento mal começaram, o que diminui o conforto e dificulta o acesso de todos. E o trabalho de todos também. Claro, era praticamente impossível começar com absolutamente tudo pronto. O próprio Olímpico foi assim. No entorno, o local chamava-se Vila Caiu do Céu. Não havia nada por ali. A Medianeira de 1954 era um lugar muito mais ermo e distante de tudo do que o Humaitá de 2012. Ainda levará alguns bons meses até que tudo esteja bem estabelecido.
Mas lá está a Arena, pronta para receber 60.540 gremistas hoje à noite. Uma casa novinha em folha, que conta com tudo (ou quase tudo, por enquanto) que a FIFA exige, mas que ainda está incompleta, e não só pela falta de infraestrutura em volta dela, mas pelo que ainda não aconteceu dentro dela. A Arena carece, fundamentalmente, de história. Hoje, ocorrerá a primeira de milhares de histórias que a nova casa do Grêmio vai escrever. Como a Baixada escreveu em 50 anos, e o Olímpico em outros 58. É hora de escrever uma nova história.
A Arena também simboliza algo muito positivo para os gremistas: pensar mais no futuro do que olhar para o passado. A falta de títulos nos últimos 11 anos traz uma melancolia nostálgica aos tricolores, que buscam em algum lugar do passado e da mística a chave para um futuro mais vencedor. Agora todos, dirigentes e torcedores, têm um motivo para se orgulhar do presente e vislumbrar um futuro mais próspero. Não sabemos como será a história da Arena, simplesmente, porque ela está no futuro ainda. É, portanto, obrigação olhar para o futuro.
O Grêmio sentiu a necessidade de dar este passo adiante, crescer, construir uma casa nova. No passado foi assim também. Quando a orgulhosa Baixada ficou pequena, veio o Olímpico, monumental como ele só. Houve choro, saudade, mas também orgulho e a certeza de que aquele era um passo adiante. Agora, chegou a hora de o clube dar um salto institucional semelhante àquele, não para se reinventar, mas para crescer. A Arena tem tudo para impulsionar um crescimento do Grêmio através de mais receitas permanentes, o que exigirá um processo de gestão profissionalizado, para ser um sucesso dentro e fora de campo. Uma coisa puxa a outra. E ambas são positivas para o clube. Afinal, é incompatível manter o estádio mais moderno do continente com um modelo de gestão primitivo e atrasado. Construir um estádio novo firmando uma parceria de forma criativa, sem endividar o clube nem usar dinheiro público, já é um ótimo começo.
Tudo isso, claro, em teoria. Falta acontecer na prática. Falta acontecer a história, cujo primeiro capítulo será escrito hoje à noite.
Algumas outras constatações é que são de extrema importância. Uma delas é a de que a Arena ainda está bem incompleta. Não o estádio em si, que foi entregue pela OAS ao Grêmio dentro do prazo. Mas o conceito de Arena abarca aspectos como conforto, acessibilidade e consumo. Nada disso existe ainda. As obras no entorno do empreendimento mal começaram, o que diminui o conforto e dificulta o acesso de todos. E o trabalho de todos também. Claro, era praticamente impossível começar com absolutamente tudo pronto. O próprio Olímpico foi assim. No entorno, o local chamava-se Vila Caiu do Céu. Não havia nada por ali. A Medianeira de 1954 era um lugar muito mais ermo e distante de tudo do que o Humaitá de 2012. Ainda levará alguns bons meses até que tudo esteja bem estabelecido.
Mas lá está a Arena, pronta para receber 60.540 gremistas hoje à noite. Uma casa novinha em folha, que conta com tudo (ou quase tudo, por enquanto) que a FIFA exige, mas que ainda está incompleta, e não só pela falta de infraestrutura em volta dela, mas pelo que ainda não aconteceu dentro dela. A Arena carece, fundamentalmente, de história. Hoje, ocorrerá a primeira de milhares de histórias que a nova casa do Grêmio vai escrever. Como a Baixada escreveu em 50 anos, e o Olímpico em outros 58. É hora de escrever uma nova história.
A Arena também simboliza algo muito positivo para os gremistas: pensar mais no futuro do que olhar para o passado. A falta de títulos nos últimos 11 anos traz uma melancolia nostálgica aos tricolores, que buscam em algum lugar do passado e da mística a chave para um futuro mais vencedor. Agora todos, dirigentes e torcedores, têm um motivo para se orgulhar do presente e vislumbrar um futuro mais próspero. Não sabemos como será a história da Arena, simplesmente, porque ela está no futuro ainda. É, portanto, obrigação olhar para o futuro.
O Grêmio sentiu a necessidade de dar este passo adiante, crescer, construir uma casa nova. No passado foi assim também. Quando a orgulhosa Baixada ficou pequena, veio o Olímpico, monumental como ele só. Houve choro, saudade, mas também orgulho e a certeza de que aquele era um passo adiante. Agora, chegou a hora de o clube dar um salto institucional semelhante àquele, não para se reinventar, mas para crescer. A Arena tem tudo para impulsionar um crescimento do Grêmio através de mais receitas permanentes, o que exigirá um processo de gestão profissionalizado, para ser um sucesso dentro e fora de campo. Uma coisa puxa a outra. E ambas são positivas para o clube. Afinal, é incompatível manter o estádio mais moderno do continente com um modelo de gestão primitivo e atrasado. Construir um estádio novo firmando uma parceria de forma criativa, sem endividar o clube nem usar dinheiro público, já é um ótimo começo.
Tudo isso, claro, em teoria. Falta acontecer na prática. Falta acontecer a história, cujo primeiro capítulo será escrito hoje à noite.
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