A indiferença não mudou de nome
Com apenas cinco titulares em campo, a missão do Fogão já ficou mais complicada logo aos 100 segundos, quando a infernal dupla Rodas-Pérez começou a agir. Pérez aproveitou linha de impedimento errada da defesa e serviu Rodas, em posição duvidosa, para fazer 1 a 0. Foi o primeiro de uma série de erros bizarros da retaguarda alvinegra, que não acertava sequer uma saída de bola. Pérez fez o segundo aos 8 minutos, quando o massacre passou a pintar como possibilidade.
No entanto, fora esse apagão inicial, o Botafogo não fez um mau primeiro tempo. Aproveitou a tirada de pé dos colombianos e passou a criar oportunidades, especialmente através do excelente Elkeson. Veio outro pecado mortal do time Caio Júnior: os gols perdidos. Só Caio perdeu dois incríveis. O time mostrava futebol suficiente para buscar o empate no segundo tempo. Mas o terceiro gol, um golaço contra do atabalhoado Léo, matou de vez a possibilidade de reação. Mais um erro defensivo crasso.
O segundo tempo inexistiu em termos práticos. A destacar só o golaço de Rojas, o de honra marcado por Alexandre Oliveira e a entrada de um glorioso cão no gramado, para dar o selo da Conmebol ao confronto. O Botafogo, ao menos, evitou um fiasco maior. E o Santa Fé, terceiro colocado na liga colombiana, segue em frente para defrontar o Vélez.
Técnico: Wilson Gutiérrez
Técnico: Caio Júnior
Copa Sul-Americana 2011 - Oitavas de final - Jogo de volta
Local: El Campín, Bogotá (COL); Data: terça-feira, 25 de outubro de 2011 - 22h10 (horário de Brasília); Árbitro: Roberto Silveira (URU); Gols: Rodas 1, Omar Pérez 8 e Léo (contra) 46 do 1º; Rodas 18 e Alexandre Oliveira 41 do 2º; Cartão amarelo: Bedoya, Acosta e Elkeson; Expulsão: Alex
PRÓXIMOS JOGOS
Santa Fé x Once Caldas - Colombiano - sexta, 28/10, 23h - El Campín, Bogotá (COL)
Botafogo x Cruzeiro - Brasileiro - sábado, 29/10, 18h - Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
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