Momentos de quase Copa
As Eliminatórias vão chegando ao seu momento decisivo, e isso deixa mais próximo o inigualável aroma da Copa do Mundo. Já são oito os países classificados. Hoje, mais cinco europeus (Eslováquia, Sérvia, Inglaterra, Dinamarca e Espanha) podem carimbar o passaporte, além de dois sul-americanos (Paraguai e Chile). Enquanto isso, seleções de tradição correm perigo: Portugal, Suécia, França, México, Uruguai, Argentina, Camarões e Nigéria, todas figurinhas carimbadas ou de destaque recente, podem ficar de fora do torneio sul-africano.
O que nos interessa diretamente é a questão platina. A Argentina de Maradona vai ao Defensores del Chaco, de um Paraguai quase classificado, mas não totalmente. Terá interesse no jogo, precisa ganhá-lo. Mas os hermanos também, ainda mais: depois, terão o Peru em casa, jogo para ganhar, e Uruguai fora, que poderá ser muito complicado caso os celestes ainda tenham chances de garantir, no mínimo, uma repescagem. Jogaço, portanto.
É uma situação inesperada e absolutamente perigosa. A Argentina tem reais chances de ficar fora da Copa do Mundo. O desespero é grande. Jogadores experientes, capacitados, com passagem clubística internacional e muitos de experiência na seleção, todos eles estão pressionados. O Olé não admite um trauma ainda maior que a eliminação na primeira fase da Copa de 2002. E, de certa forma, isenta Dieguito de culpa, já que os jogadores que andam fracassando com ele são os mesmos que penavam com Alfio Basile.
Quem vive momento dramático também é o Uruguai. Hoje sétimo, com 18 pontos, ainda tem chances de vaga devido ao equilíbrio impressionante que há entre a quarta e a oitava posição. Tem quatro pontos atrás da Argentina, dois atrás da Colômbia, que iria à repescagem, e adversária de hoje à noite no Centenario. Teria 21, não fosse fracassar miseravelmente em Lima. O título do Ovación, "Condenados a Ganar", dá bem a tônica decisiva com que o jogo de hoje, 18:00, é tratado em Montevidéu. A única vantagem uruguaia perante os argentinos é a de jogar duas das três em casa, uma delas diante da própria equipe de Maradona, na rodada decisiva. As várias desvantagens dão conta dos quatro pontos a menos, das três colocações atrás, do time inferior tecnciamente, do histórico de fracassos da seleção celeste, do nervosismo ainda maior, e de haver, entre ambas, Equador e Colômbia. Se a situação argentina é complicada, a charrua é ainda mais periclitante.
E, enquanto isso, Brasil x Chile fazem jogo quase festivo na alegre Salvador. Jogo de testes para todos, não apenas para as duas equipes. Quem entrar aqui no horário próximo ao jogo entenderá o que digo.
O que nos interessa diretamente é a questão platina. A Argentina de Maradona vai ao Defensores del Chaco, de um Paraguai quase classificado, mas não totalmente. Terá interesse no jogo, precisa ganhá-lo. Mas os hermanos também, ainda mais: depois, terão o Peru em casa, jogo para ganhar, e Uruguai fora, que poderá ser muito complicado caso os celestes ainda tenham chances de garantir, no mínimo, uma repescagem. Jogaço, portanto.
É uma situação inesperada e absolutamente perigosa. A Argentina tem reais chances de ficar fora da Copa do Mundo. O desespero é grande. Jogadores experientes, capacitados, com passagem clubística internacional e muitos de experiência na seleção, todos eles estão pressionados. O Olé não admite um trauma ainda maior que a eliminação na primeira fase da Copa de 2002. E, de certa forma, isenta Dieguito de culpa, já que os jogadores que andam fracassando com ele são os mesmos que penavam com Alfio Basile.
Quem vive momento dramático também é o Uruguai. Hoje sétimo, com 18 pontos, ainda tem chances de vaga devido ao equilíbrio impressionante que há entre a quarta e a oitava posição. Tem quatro pontos atrás da Argentina, dois atrás da Colômbia, que iria à repescagem, e adversária de hoje à noite no Centenario. Teria 21, não fosse fracassar miseravelmente em Lima. O título do Ovación, "Condenados a Ganar", dá bem a tônica decisiva com que o jogo de hoje, 18:00, é tratado em Montevidéu. A única vantagem uruguaia perante os argentinos é a de jogar duas das três em casa, uma delas diante da própria equipe de Maradona, na rodada decisiva. As várias desvantagens dão conta dos quatro pontos a menos, das três colocações atrás, do time inferior tecnciamente, do histórico de fracassos da seleção celeste, do nervosismo ainda maior, e de haver, entre ambas, Equador e Colômbia. Se a situação argentina é complicada, a charrua é ainda mais periclitante.
E, enquanto isso, Brasil x Chile fazem jogo quase festivo na alegre Salvador. Jogo de testes para todos, não apenas para as duas equipes. Quem entrar aqui no horário próximo ao jogo entenderá o que digo.
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