De volta entre os quatro
Não pude ver o jogo. O que sei foram comentários elogiosos a respeito da atuação do Internacional, além do primeiro e do terceiro gol. Mais não sei, e peço vossas contribuições.
O que chama a atenção é o placar relativamente elástico, 3 a 0. Achei que o Inter fosse sentir mais o desgaste da viagem. Mas parece que a péssima fase do Sport falou mais alto. É um caso raro de depressão pós-eliminação que não passa. O time é parecido com o que fez bonito ano passado e na Libertadores, está longe de ser ruim. Nelsinho Baptista talvez faça mais falta do que imaginemos.
Também surpreende a quem não viu os autores dos gols: Giuliano e Sandro não fazem costumeiramente parte da lista dos artilheiros de cada jogo. E D'Alessandro marca sua volta ao time com o tento definitivo, claro que contando com uma "ajuda" decisiva do goleiro Magrão. Nem o camisa 1, tão seguro, acerta mais na Ilha do Retiro.
Vitória importante, que repõe o colorado no G-4 com dois jogos a menos que a maioria, os mesmos 16 do Atlético-MG e um atrás dos 17 do Palmeiras. Aliás, este confronto da quarta-feira é o que melhor podia acontecer: um dos dois, senão ambos, irá tropeçar. Ainda que o grande inimigo de todos estes times, pelo jeito, será o mesmo São Paulo de sempre.
Em tempo:
- Vencendo os dois jogos atrasados que tem a fazer - o que é improvável, o Inter pode abrir 10 pontos do Grêmio na metade do Brasileirão. Vantagem considerável, a maior aberta pelo colorado sobre o rival nos últimos anos. Abaixo, a pontuação da Dupla ao final do 1º turno de cada campeonato desde 2003, quando a fórmula de pontos corridos foi adotada.
2003: Inter (7º) 36 x Grêmio (22º) 22
2004: Inter (14º) 31 x Grêmio (19º) 26
2006: Inter (2º) 34 x Grêmio (5º) 29
2007: Grêmio (7º) 28 x Inter (9º) 27
2008: Grêmio (1º) 41 x Inter (10º) 26
O que chama a atenção é o placar relativamente elástico, 3 a 0. Achei que o Inter fosse sentir mais o desgaste da viagem. Mas parece que a péssima fase do Sport falou mais alto. É um caso raro de depressão pós-eliminação que não passa. O time é parecido com o que fez bonito ano passado e na Libertadores, está longe de ser ruim. Nelsinho Baptista talvez faça mais falta do que imaginemos.
Também surpreende a quem não viu os autores dos gols: Giuliano e Sandro não fazem costumeiramente parte da lista dos artilheiros de cada jogo. E D'Alessandro marca sua volta ao time com o tento definitivo, claro que contando com uma "ajuda" decisiva do goleiro Magrão. Nem o camisa 1, tão seguro, acerta mais na Ilha do Retiro.
Vitória importante, que repõe o colorado no G-4 com dois jogos a menos que a maioria, os mesmos 16 do Atlético-MG e um atrás dos 17 do Palmeiras. Aliás, este confronto da quarta-feira é o que melhor podia acontecer: um dos dois, senão ambos, irá tropeçar. Ainda que o grande inimigo de todos estes times, pelo jeito, será o mesmo São Paulo de sempre.
Em tempo:
- Vencendo os dois jogos atrasados que tem a fazer - o que é improvável, o Inter pode abrir 10 pontos do Grêmio na metade do Brasileirão. Vantagem considerável, a maior aberta pelo colorado sobre o rival nos últimos anos. Abaixo, a pontuação da Dupla ao final do 1º turno de cada campeonato desde 2003, quando a fórmula de pontos corridos foi adotada.
2003: Inter (7º) 36 x Grêmio (22º) 22
2004: Inter (14º) 31 x Grêmio (19º) 26
2006: Inter (2º) 34 x Grêmio (5º) 29
2007: Grêmio (7º) 28 x Inter (9º) 27
2008: Grêmio (1º) 41 x Inter (10º) 26
Comentários
Sandro jogando demais, como sempre. É bom e regular, joga o mesmo contra Sport e São Paulo.
E, Aleluia!, Kléber está jogando avançado e Bolívar, mais recuado. Na entrevista de Kléber nenhum repórter dignou-se a perguntar se esse posicionamento era orientação do Tite ou não. Eu acredito que era.
NUNCA NA HISTÓRIA desse país um time perdeu um campeonato tão ganho...