A hora de começar a mirar dezembro
É difícil falar em fim de turno com os três jogos que estão atrasados: Botafogo x Cruzeiro, Santos x Inter, Inter x Atlético-MG. Eles alterarão decisivamente a pontuação na parte de cima da classificação. Mas é justamente a partir de agora, ao final da 19ª rodada, que podemos dizer, com mais clareza, quem briga pelo que.
Os quatro primeiros colocados são os que brigarão pelo título, em princípio, claro. O Goiás não tem o tamanho clubístico de Palmeiras, Internacional e São Paulo, e só por isso corre por fora. Com o acréscimo de Fernandão, liderança incontestável, ficará teoricamente ainda mais forte.
Os que estão atrás destes quatro podem até lutar por Libertadores, mas estão um passo atrás. Dá para incluir nesta disputa o Atlético-MG, que vai perdendo o fôlego; o Avaí, que não tem elenco mas não se sabe até onde pode ir; o Grêmio, se começar a pontuar longe do Olímpico; o Flamengo, que precisa melhorar muito seu plantel, coisa que o tricolor gaúcho já se deu conta e começa a suprir com Lúcio e Leandro; e o Santos, que tem Luxemburgo, mas o mesmo problema rubro-negro.
Barueri, Cruzeiro, Vitória e Atlético-PR parecem, todos eles, pleiteadores de uma vaga na Sul-Americana. Do Botafogo para baixo, a luta é para evitar a queda. Os quatro que hoje estariam caindo são os quatro piores de momento mesmo, mas ninguém sabe se haverá um novo Náutico de Acosta, que arranca de lá trás e ultrapassa todos os rivais diretos.
Por isso, é extremamente arriscado fazer previsões. O Mauro Cezar Pereira, sempre de opiniões claras e por isso admiráveis, deixa claro o que pensa. É um exercício interessante, mas sempre sujeito a erros, devido ao equilíbrio do certame.
Ontem, Sport e Fluminense deram mostras de que cairão para a Série B. São derrotas de rebaixados. Hoje, segundo o Chance de Gol, 42 pontos dá ao participante 66% de chance de ficar na Série A. O Flu precisaria de mais 27 pontos no returno, a campanha atual do Flamengo; o Sport, 29, quase o desempenho do Avaí. O Santo André também parece fadado ao fracasso, vem em péssima sequência.
Os quatro primeiros colocados são os que brigarão pelo título, em princípio, claro. O Goiás não tem o tamanho clubístico de Palmeiras, Internacional e São Paulo, e só por isso corre por fora. Com o acréscimo de Fernandão, liderança incontestável, ficará teoricamente ainda mais forte.
Os que estão atrás destes quatro podem até lutar por Libertadores, mas estão um passo atrás. Dá para incluir nesta disputa o Atlético-MG, que vai perdendo o fôlego; o Avaí, que não tem elenco mas não se sabe até onde pode ir; o Grêmio, se começar a pontuar longe do Olímpico; o Flamengo, que precisa melhorar muito seu plantel, coisa que o tricolor gaúcho já se deu conta e começa a suprir com Lúcio e Leandro; e o Santos, que tem Luxemburgo, mas o mesmo problema rubro-negro.
Barueri, Cruzeiro, Vitória e Atlético-PR parecem, todos eles, pleiteadores de uma vaga na Sul-Americana. Do Botafogo para baixo, a luta é para evitar a queda. Os quatro que hoje estariam caindo são os quatro piores de momento mesmo, mas ninguém sabe se haverá um novo Náutico de Acosta, que arranca de lá trás e ultrapassa todos os rivais diretos.
Por isso, é extremamente arriscado fazer previsões. O Mauro Cezar Pereira, sempre de opiniões claras e por isso admiráveis, deixa claro o que pensa. É um exercício interessante, mas sempre sujeito a erros, devido ao equilíbrio do certame.
Ontem, Sport e Fluminense deram mostras de que cairão para a Série B. São derrotas de rebaixados. Hoje, segundo o Chance de Gol, 42 pontos dá ao participante 66% de chance de ficar na Série A. O Flu precisaria de mais 27 pontos no returno, a campanha atual do Flamengo; o Sport, 29, quase o desempenho do Avaí. O Santo André também parece fadado ao fracasso, vem em péssima sequência.
Comentários
Fluminense ano passado fez um primeiro turno praticamente igual, até pior. Conseguiu fazer 29 pontos no segundo e escapar. Este ano, porém, o time é pior.
O Sport também acho que não vai conseguir, precisa de 30 pontos.
Duda Kroeff precisa ser um pouco menos sincero ou um pouco mais contido nos seus prognósticos.