A beira do Guaíba anda revolta

O momento ruim do Internacional chegou naquele estágio em que começam a pipocar histórias de quebras de hierarquia dentro do vestiário, revoltas com o treinador, falta de comando e insubordinação aos superiores. Pelo menos as que já ouvi por aí. Todos naquele tom de Wellington Monteiro após ser substituído contra o Vasco.

Agora, surge a história da agressão de Rosinei e mais três ou quatro comparsas para cima de um suposto corneteiro que o havia xingado há algum tempo atrás. O Internacional não vai cair, tenho ainda convicção disso. O rebaixamento tem quatro cartas quase que marcadas, que atendem pelos nomes de Atlético-PR, Náutico, Portuguesa e Ipatinga. Quaisquer desses que se livrar me aparecerá como surpresa. Mas é inegável que o ambiente aponta para um momento cada vez mais difícil, principalmente com histórias como a de Rosinei.

E Fernando Carvalho, que veio para salvar um momento que se prenunciava difícil em junho, não vem conseguindo desatar este nó e pôr ordem na casa. Guardadas as proporções, vai cada mais lembrando Hélio Dourado, em 2004. Quando um jogo contra a Portuguesa em casa vira motivo de preocupação, é sinal de que a coisa não anda nada boa.

Comentários

Anônimo disse…
Vicente, tava olhando o post sobre o negão Morales
"2) será uma espécie de talismã, de xodó folclórico, tal qual Obina no Flamengo; ou 3) será um fiasco completo, que é a opção que penso ter menos chances de ocorrer." Acho que tu te enganou na ordem das frases, o correto seria assim: "1) será ídolo da torcida; 2) será uma espécie de talismã, de xodó folclórico, que é a opção que penso ter menos chances de ocorrer; ou 3) será um fiasco completo, tal qual Obina no Flamengo." Hehehe