Euro 2008: Grupo D
Esta chave é uma das mais parelhas, com quatro equipes de nível mais ou menos semelhante. A grande curiosidade é que trata-se de praticamente uma repetição de um dos grupos da Euro de 2004, quando Grécia, Espanha e Rússia dividiam a chave com Portugal. Agora, a Suécia é o quarto elemento.
Grécia: atual campeã européia, ficou surpreendentemente de fora da última Copa do Mundo, mas recuperou-
se e garantiu classificação com muita supremacia para esta Euro. Alguns dos principais nomes da histórica conquista de quatro anos estarão presentes, como o goleiro Nikopolidis, o lateral Seitaridis, o zagueiro Dellas, os meias Giannakopoulos, Katsouranis e Karagounis e os atacantes Charisteas, Gekas e Amanatidis, juntamente com o treinador, Otto Rehhagel. Será difícil repetir a dose, até porque os gregos perderam o fator surpresa, mas é um time que merece respeito.
Suécia: vem mantendo uma sólida base desde 2002, com jogadores talentosos, mas que surtiram menos
efeito do que outras gerações como a do início dos anos 90. A esperança recai sobre os pés de Ibrahimovic e Ljungberg, nomes mais conhecidos do time, além do experiente Henrik Larsson. Sempre é uma equipe respeitável e tradicional, que costuma eliminar adversários poderosos (Argentina na Copa de 2002, Itália na Euro de 2004).
Espanha: a única fúria será a que os espanhóis serão assolados se a equipe não conquistar um título.
Novamente, os espanhóis dispõem de uma geração boa, mas que não parece suficiente para levar o país a glórias mais altas. A esperança vem de dois extraordinários jogadores que atuam na Inglaterra: o volante Fabregas (Arsenal) e o centroavante Fernando Torres (Liverpool).
Rússia: eliminar a Inglaterra foi a grande façanha dos russos. A
classificação inesperada para esta fase final da Eurocopa torna tudo o que vier um lucro. Conhecida por jogador um futebol acadêmico e impositivo dos tempos de União Soviética, a Rússia apostará em jogadores que atuam no próprio país, em especial do Zenit, sensação européia com o título da Copa da UEFA. É em teoria a equipe mais fraca do grupo, mas será de extremo risco descartar sua classificação por decreto.
Grécia: atual campeã européia, ficou surpreendentemente de fora da última Copa do Mundo, mas recuperou-
se e garantiu classificação com muita supremacia para esta Euro. Alguns dos principais nomes da histórica conquista de quatro anos estarão presentes, como o goleiro Nikopolidis, o lateral Seitaridis, o zagueiro Dellas, os meias Giannakopoulos, Katsouranis e Karagounis e os atacantes Charisteas, Gekas e Amanatidis, juntamente com o treinador, Otto Rehhagel. Será difícil repetir a dose, até porque os gregos perderam o fator surpresa, mas é um time que merece respeito.Suécia: vem mantendo uma sólida base desde 2002, com jogadores talentosos, mas que surtiram menos
efeito do que outras gerações como a do início dos anos 90. A esperança recai sobre os pés de Ibrahimovic e Ljungberg, nomes mais conhecidos do time, além do experiente Henrik Larsson. Sempre é uma equipe respeitável e tradicional, que costuma eliminar adversários poderosos (Argentina na Copa de 2002, Itália na Euro de 2004).Espanha: a única fúria será a que os espanhóis serão assolados se a equipe não conquistar um título.
Novamente, os espanhóis dispõem de uma geração boa, mas que não parece suficiente para levar o país a glórias mais altas. A esperança vem de dois extraordinários jogadores que atuam na Inglaterra: o volante Fabregas (Arsenal) e o centroavante Fernando Torres (Liverpool).Rússia: eliminar a Inglaterra foi a grande façanha dos russos. A
classificação inesperada para esta fase final da Eurocopa torna tudo o que vier um lucro. Conhecida por jogador um futebol acadêmico e impositivo dos tempos de União Soviética, a Rússia apostará em jogadores que atuam no próprio país, em especial do Zenit, sensação européia com o título da Copa da UEFA. É em teoria a equipe mais fraca do grupo, mas será de extremo risco descartar sua classificação por decreto.
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